Papert salienta, no capítulo 8, algo que é extremamente importante relativamente ao avanço progressivo da tecnologia no mundo das crianças, pois "(...) enquanto o computador vai invadindo o universo infantil, a nossa preocupação deve dirigir-se no sentido de assegurar que, aquilo que há de bom na actividade de brincar, seja, pelo menos, preservado (e desejavelmente potenciado), à medida que o conceito de «brinquedo» inevitavelmente se altera" (pág. 249)
Papert está convencido não apenas de que deveria haver uma alteração de prioridades, mas também, de que essa mudança surgirá inevitavelmente.
As crianças não devem esquecer o sentido da palavra "brincar", deve-se preservar as brincadeiras tradicionais, as crianças desenvolvem mais capacidades a brincar ao ar livre, em contacto com a realidade do que sempre fechadas em casa a jogar jogos no computador ou nas playstation'sque são apenas fantasia.
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